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Saúde

08/10/2018 às 20h01 - atualizada em 16/10/2018 às 22h22

Sandro Risso

Chapecó / SC

Ministros da Saúde do G20 defendem uso racional de antimicrobianos
O encontro aconteceu na última quinta-feira (04/10), em Mar Del Plata, na Argentina.
Ministros da Saúde do G20 defendem uso racional de antimicrobianos
Oeste em Foco

Os gestores de saúde dos países que integram o G20, grupo que reúne as principais economias do mundo, assinaram declaração conjunta para uso e descarte racional de antimicrobianos na medicina humana e em produtos promotores de crescimento animal. O encontro aconteceu na última quinta-feira (04/10), em Mar Del Plata, na Argentina. O grupo se comprometeu em promover ações para prevenção e controle de infecções para reduzir a utilização desses medicamentos na saúde pública, animal, na agricultura, na produção de alimentos e no meio ambiente. Houve ainda o comprometimento em desenvolver, junto à indústria farmacêutica e de biotecnologia, novos antimicrobianos seguros, eficazes e acessíveis.


Além de ter participado de forma ativa na formulação do Plano Global de Resistência aos antimicrobianos, o Brasil tem trabalhado pela implementação do plano nacional em sintonia com a abordagem de saúde única na prevenção da resistência aos antimicrobianos, que visa integrar todos os elementos envolvidos no contexto da resistência aos antimicrobianos: saúde humana, ambiental, animal e alimentar. 


NUTRIÇÃO 


Os ministros da saúde também se comprometeram a melhorar o acesso às escolhas alimentares saudáveis por meio de esforços intersetoriais, promoção de ambientes saudáveis, incentivo à reformulação de alimentos e a rotulagem nutricional para ajudar os consumidores a tomar decisões informadas. Eles assumiram, ainda, o compromisso de incentivar as pessoas a ter estilos de vida saudáveis baseados em dietas saudáveis e atividades físicas. 


O ministro da Saúde do Brasil, Gilberto Occhi, citou que o próximo passo será “o estabelecimento do alerta da rotulagem dos alimentos processados com relação ao sódio, açúcar e às gorduras”. A proposta é que o rótulo fique na parte frontal dos produtos e apresente advertências em relação ao excesso de substâncias que podem trazer malefícios a saúde, como sódio, gordura e açúcares. 


O Ministério da Saúde também adotou internacionalmente metas para frear o crescimento do excesso de peso e obesidade no país, por meio de políticas intersetoriais de saúde e segurança alimentar e nutricional; reduzir o consumo regular de refrigerante e suco artificial em pelo menos 30% na população adulta, até 2019; e ampliar em no mínimo de 17,8% o percentual de adultos que consomem frutas e hortaliças regularmente até 2019.

FONTE: Victor Maciel, Agência Saúde/Ministério da Saúde.

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