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Produtos básicos de consumo aumentam 6,29% em Chapecó

A comparação é em relação ao mês de outubro, de acordo com pesquisa realizada pelo Sicom e a Unochapecó

17/10/2020 12h23
Por: Adriane Schina Fonte: ND+
Marcos Oliveira/Agência Senado
Marcos Oliveira/Agência Senado

O preço do cesto básico, formado por 57 itens de consumo,  aumentou 6,29% em comparação a setembro, em Chapecó, no Oeste do Estado. Com o crescimento, o consumidor precisa desembolsar R$ 94,46 a mais em outubro. Este é o maior aumento desde abril de 2007, segundo pesquisa realizada  pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó, em parceria com o Sicom (Sindicato do Comércio da Região de Chapecó).

Para adquirir o cesto básico, os chapecoenses precisam investir 1,53 salários mínimos. O valor corresponde a um total de R$ 1.596,22. O cesto de produtos básicos contém 57 itens entre produtos alimentares in natura, semi-industrializados e industrializados. Produtos de higiene e limpeza e serviços tarifados também fazem parte.

Aumentos

Segundo a pesquisa, um dos grandes responsáveis pelo aumento de outubro é a banana (72,83%).  Outro produto em alta é a batata doce (52,25%), porém, em relação a outubro de 2019, o tubérculo apresenta redução de -1,12%. 

Neste mês, a pesquisa registrou um aumento generalizado das frutas e verduras. Conforme informações de produtores, o tempo seco está prejudicando o cultivo e a colheita destes produtos, o que pode dificulta a realização de promoções nos supermercados. Além disso, a alta do dólar contribuiu para encarecer custos de produção e distribuição das mercadorias.

A pesquisa mostra que o produto com maior redução foi a couve folha (-14,66%). O segundo produto com queda mais acentuada foi a vassoura de palha (-11,35%), que também havia aumentado em meses anteriores.

Produtos

Os produtos com maior alta este mês foram os alimentares (9,28%), que custam R$ 1.160,81 para os consumidores. Os produtos in natura foram os que mais aumentaram (26,92%), seguidos pelos semi-industrializados (5,59%), e industrializados (3,13%).

Já entre os produtos não alimentares também houve pequena elevação nos preços (0,02%) em relação a setembro. Conforme a pesquisa, os produtos de higiene contribuíram para este aumento (1,19%), enquanto os materiais de limpeza registraram queda (-1,57%).

Cesta básica

A cesta básica aumentou, em outubro, 8,89% em relação ao mês anterior e passou a custar R$ 397,53. Em comparação ao mesmo período do ano passado, a elevação foi de 30,94%. Com este aumento, os chapecoenses passam a precisar de 0,38 salário mínimo para adquirir a cesta básica.

A cesta básica contem a síntese dos preços de treze dos principais alimentos que compõem o cesto básico, como açúcar, feijão preto e tomate.

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