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Vacinação contra a Gripe; confira informações na Coluna de Sandro José Risso

A Campanha de Vacinação contra a Gripe vai até o próximo dia 31 em todo o Brasil.

Sandro Risso

Sandro RissoA coluna Saúde em Foco destaca assuntos relevantes com uma releitura dos principais acontecimentos, teorias e práticas da área. O objetivo é trazer informações que possam auxiliar os leitores no dia a dia, seja para tomar decisões ou simplesmente para aqueles que buscam subsídios em suas argumentações. O colunista, Sandro José Risso, preza pelo elo entre o leitor e o escritor a fim de agregar valores à manutenção e melhoria na saúde de seus seguidores.

15/05/2019 19h19Atualizado há 1 mês
Por: Sandro Risso
Fonte: Blog da Saúde | Ministério da Saúde | Sandro Risso | Oeste em Foco
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A Campanha de Vacinação contra a Gripe vai até o próximo dia 31 em todo o Brasil. Os grupos prioritários são: crianças com idade entre 1 e 6 anos incompletos, grávidas em qualquer período gestacional e puérperas (mulheres até 45 dias após o parto). A escolha, de acordo com o Ministério da Saúde, foi feita por causa da maior vulnerabilidade do grupo.  Estão também incluídos como público alvo: Trabalhadores da saúde, Povos indígenas, Idosos, Professores de escolas públicas e privadas, Pessoas com doenças crônicas ou imunidade baixa, Jovens sob medidas socioeducativas, Funcionários do sistema prisional, Pessoas privadas de liberdade, Profissionais das forças de segurança e salvamento (policiais, bombeiros e membros ativos das Forças Armadas). São 59,5 milhões de pessoas nos grupos prioritários que devem buscar a vacina contra a influenza, gratuitamente nas unidades de saúde do SUS.  

Segundo o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, a campanha até hoje (15 de maio). Vacinou mais de 33 milhões de pessoas em todo o país. O número significa 56% do público-alvo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza.

Os estados com maior cobertura até o momento são: Amazonas (88,8%), que iniciou a campanha antes por apresentar surto da doença, Amapá (83,81%), Espírito Santo (69,4%), Alagoas (66,1%) e Rondônia (66%). Preocupa os estados com menor cobertura, como o Rio de Janeiro (38,3%) Acre (45%), São Paulo (48,8%), Pará (50,0%) e Roraima (51,8%). Santa Catarina vacinou 52,73%.

Pra você que ainda não se vacinou por acreditar que a vacina pode prejudicar, nós separamos alguns mitos e suas respectivas explicações.

• As vacinas têm vários efeitos colaterais prejudiciais e de longo prazo que ainda são desconhecidos. A vacinação pode ser até fatal.

As vacinas são muito seguras. A maioria das reações são geralmente pequenas e temporárias, como um braço dolorido ou uma febre ligeira. Eventos graves de saúde são extremamente raros e cuidadosamente monitorados e investigados. É muito mais provável que uma pessoa adoeça gravemente por uma enfermidade evitável pela vacina do que pela própria vacina.

• A vacina combinada contra a difteria, tétano e coqueluche e a vacina contra a poliomielite causam a síndrome da morte súbita infantil.

 Não há relação causal entre a administração de vacinas e a síndrome da morte súbita infantil (SMSI), também conhecida como síndrome da morte súbita do lactente. No entanto, essas vacinas são administradas em um momento em que os bebês podem sofrer com essa síndrome. Em outras palavras, as mortes por SMSI são coincidentes à vacinação e teriam ocorrido mesmo se nenhuma vacina tivesse sido aplicada. 

• As doenças evitáveis por vacinas estão quase erradicadas em meu país, por isso não há razão para me vacinar.

Embora as doenças evitáveis por vacinação tenham se tornado raras em muitos países, os agentes infecciosos que as causam continuam a circular em algumas partes do mundo. Em um mundo altamente interligado, esses agentes podem atravessar fronteiras geográficas e infectar qualquer pessoa que não esteja protegida. 

• A influenza é apenas um incômodo e a vacina para a doença não é muito eficaz.

A influenza é uma doença grave que mata de 300 mil a 500 mil pessoas a cada ano em todo o mundo. A maioria das vacinas contra a influenza oferece imunidade às três cepas mais prevalentes, que circulam em qualquer estação. É a melhor maneira de reduzir as chances de adquirir influenza grave e de espalhá-la para outras pessoas. 

• Vacinas causam autismo.

Um estudo apresentado em 1998, que levantou preocupações sobre uma possível relação entre a vacina contra o sarampo, a caxumba e a rubéola e o autismo, foi posteriormente considerado seriamente falho e o artigo foi retirado pela revista que o publicou. Infelizmente, sua publicação desencadeou um pânico que levou à queda das coberturas de vacinação e subsequentes surtos dessas doenças. Não há evidência de uma ligação entre essa vacina e o autismo/transtornos autistas.

Esses são alguns dos mitos e/ou boatos que circulam com relação a vacinação. Não deixe que a desinformação prejudique a sua saúde. Se você faz parte de um dos grupos prioritários procure a unidade de saúde mais próxima e informe-se dos locais e horários de vacinação. 

Se você não faz parte dos grupos que receberam gratuitamente a vacina, informe-se na rede privada onde ela também está disponível.

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