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Saúde em Foco!

Osteoporose: uma doença silenciosa

Cerca de 50% das mulheres com mais 75 anos podem sofre fratura devido a osteoporose

Sandro Risso

Sandro RissoA coluna Saúde em Foco destaca assuntos relevantes com uma releitura dos principais acontecimentos, teorias e práticas da área. O objetivo é trazer informações que possam auxiliar os leitores no dia a dia, seja para tomar decisões ou simplesmente para aqueles que buscam subsídios em suas argumentações. O colunista, Sandro José Risso, preza pelo elo entre o leitor e o escritor a fim de agregar valores à manutenção e melhoria na saúde de seus seguidores.

02/09/2019 20h24Atualizado há 2 semanas
Por: Sandro Risso
Fonte: Dr. Mauricio Fabiani
Opas.org
Opas.org

A osteoporose é uma doença osteo-metabólica que atinge especialmente as mulheres após a menopausa. Segundo a Organização Mundial da Saúde 1/3 das mulheres brancas acima dos 65 anos são portadoras de osteoporose. Porém, estima-se que um homem branco de 60 anos tenha 25% de chances de ter uma fratura osteoporótica. Mensura-se, também, que cerca de 50% das mulheres com mais de 75 anos venham a sofrer alguma fratura devido a doença.

O ortopedista Mauricio Fabiani ainda explica que a doença é caracterizada pela diminuição da massa óssea e deterioração do mesmo, levando a fragilidade do osso e aumentando o risco de fraturas. “O esqueleto acumula osso até a faixa dos 30 anos, sendo a massa óssea maior nos homens do que nas mulheres. Desta idade em diante existe uma perda anual dessa massa de 0,3% ao ano. Na mulher esta perda é maior nos 10 primeiros anos pós-menopausa, podendo perder 3% ao ano e é ainda maior na mulher sedentária”.

Os riscos que influenciam na manifestação da doença podem ser individuais ou ambientais. São considerados fatores individuais o histórico familiar, ser branca, ter escoliose, entre outros. Já os ambientais, consumir álcool, fumar, cafeína em excesso, sedentarismo, e má alimentação.

O ortopedista comenta que a osteoporose é praticamente assintomática e só se manifesta com a fratura óssea. É preciso investigar com o histórico familiar positivo a doença e com isso consultar com o especialista para investir e encaminhar exames. Sobre o tratamento, Dr Mauricio ressalta que a melhor forma é a prevenção, com ingestão de cálcio e vitamina D, atividade física e boa alimentação.

Texto: Darlei Luan Lottermann

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